Instalações sobre recursos naturais servem para estudar e refletir.

Consultor das instalações Água, recurso finitoÁgua, Vida e Morte e Biomas – Sertão Vivo da exposição Demasiado Humano, Francisco Antônio Rodrigues Barbosa é professor titular do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, área de Ecologia e Limnologia.

Com pós-doutorado em Ecofisiologia de Algas pelo Institute of Freshwater Ecology (IFE), Inglaterra, ele é vice-coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) – Acqua (Recursos minerais, Água e Biodiversidade) e coordena o curso de especialização em Gerenciamento de recursos hídricos do ICB/UFMG.

Francisco Barbosa trabalha com pesquisas em qualidade de água; ecologia e conservação de ecossistemas aquáticos; produtividade primária fitoplanctônica e biorremediação com cianobactérias. Acompanhe algumas explicações que ele dá para o trabalho desenvolvido na Mostra Demasiado Humano, em cartaz no Espaço TIM UFMG do Conhecimento.

Como as instalações do andar Águas da exposição Demasiado Humano podem favorecer a apropriação dos conteúdos necessária à conscientização sobre os recursos naturais não-renováveis?

Os diferentes “quadros” expostos permitem discussões com grupos organizados (estudantes, por exemplo) e mesmo reflexões individuais sobre recursos naturais em geral e água em particular, considerando os pontos salientados na exposição. É um bom material de estudos e reflexão!

Biomas / Sertão Vivo.

Um espaço museológico como esse pode funcionar como espaço para a reflexão, diferentemente da escola ou dos meios de comunicação? Por que?

Certamente, considerando as diferentes visões abordadas e expostas ao longo da mostra. Além disto, há o trabalho dos monitores e as possibilidades de interação dos visitantes com a mostra.

Falar com a população diretamente, sem saber o público específico a quem se dirige, como é o caso desta exposição, exige que visão do professor/consultor?

Uma visão multi/transdisciplinar e principalmente aberta a diferentes interpretações dos visitantes. Isto não quer dizer que não haja um “fio condutor”!

Qual a importância de o Espaço do Conhecimento estar em um ponto central da cidade que é a Praça da Liberdade?

Facilita o afluxo de pessoas de diferentes regiões/interesses e demonstra que o conhecimento ali existente deve ser compartilhado com a população em geral não apenas grupos individualizados da sociedade.

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